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Máquinas Agrícolas para Plantio Cód. do Produto: 2725

Autor: Luiz Geraldo Mialhe


 
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Apêndices (Textos)


 
Esgotado
Obra de referência para a compreensão do princípio de funcionamento dos vários tipos de máquinas de plantio, ensina como avaliar seus desempenhos, proceder suas regulagens e eficiente manejo de campo, importantes pré- requisitos para o sucesso de qualquer programa de produção agrícola.
Visando atender essa demanda de conhecimentos e com foco especialmente centrado nos cursos de graduação da área de Ciências Agrárias, reúne de forma didática a evolução tecnológica incorporada nos projetos das máquinas para plantio, dada a enorme parcela de responsabilidade desses equipamentos para o desenvolvimento de nossa agricultura.

Sobre o Autor:

Luiz Geraldo Mialhe
Aposentado formado em engenharia agronômica na E.S.A. “Luiz de Queiroz”-USP, recebeu os títulos de Doutor, Livre Docente e Professor Titular da ESALQ onde participou do primeiro CPG de Máquinas Agrícolas. Participou também diversos certames técnico-científicos sobre temas específicos da área de Mecanização Agrícola, integrou comissões julgadoras de Mestrado, Doutorado, Livre-Docência e Professor Titular, na ESALQ e fora dela, orientou inúmeras teses de Mestrado, Doutorado, alunos bolsistas/estagiários de graduação e proferiu seminários/conferências no Brasil e no exterior.
Presta assessoria e consultoria para Órgãos governamentais e diversas empresas. Propôs vários projetos de desenvolvimento tecnológico, foi assessor parlamentar da Câmara Municipal de Piracicaba e é assessor na empresa Indústria e Comércio MECMAQ Ltda. No desenvolvimento de colhedora de cana de açúcar.
É autor de 4 livros, sendo um deles vencedor do prêmio Jabuti de Tecnologia (1980), além de diversos trabalhos específicos na área de sua especialização.
1 Princípios Elementares Sobre a Operação de Plantio

1. Introdução
2. Preparo do Terreno
2.1. Leito de Semeadura
2.2. Leito Radicular
2.3. Importância e Formas de Preparo de Pré-Plantio
3. Qualificação dos Órgãos de Propagação
3.1. Pureza
3.2. Poder Germinativo
3.3. Peso Hectolitro ou Peso Volumétrico
3.4. Peso de Mil Sementes
3.5. Dados Básicos para Semeadura
3.6. Tamanho das Sementes
3.7. Valor Cultural
3.8. Padrões de Certificação para Colmos, Tubérculos e Mudas
4. Época de Plantio
5. Germinação das Sementes
5.1. Morfologia da Germinação
5.2. Requisitos para a Germinação
5.2.1. Maturidade das sementes
5.2.2. Fatores ambientais
6. Características da Germinação de Mono e Dicotiledôneas
6.1. Germinação e Desenvolvimento de Monocotiledôneas
6.2. Germinação e Desenvolvimento de Dicotiledôneas
7. Modelo Matemático da Emergência das Plântulas
7.1. Etapa I - Emergência da Radícula
7.2. Etapa II - Elongação do Hipocótilo
8. Compactação no Leito de Semeadura
9. Questões para Estudo
2 Técnicas de Plantio

1. Plantio Convencional e Plantio Direto
2. Formas de Distribuição dos Órgãos de Propagação
2.1. Semeadura Sólida
2.2. Semeadura ou Plantio em Fileiras
3. Profundidade de Plantio
4. Distância Relativa entre Plantas
4.1. Espaçamento de Plantio
4.2. Lotação e Razão de Plantio
4.3. Ábacos de Lotação
4.4. Distribuição das Sementes Germinadas na Linha
4.5. Precisão de Semeadura e Espaço Vital
5. Máquinas para Plantio
5.1. Terminologia
5.2. Resumo Histórico
6. Questões para Estudo
3 Máquinas para Semeadura

1. Evolução Tecnológica das Semeadoras
2. Rotas Agrotécnicas Operacionais
3. Funções das Máquinas para Semeadura
3.1. Armazenamento das Sementes
3.2. Escoamento Controlado de Sementes
3.3. Distribuição das Sementes no Solo
4. Classificação das Máquinas para Semeadura
4.1. Classificação Fiscal
4.2. Classificação Normalizada
4.3. Classificação Didática
5. Semeadoras Manuais
5.1. Semeadoras Manuais a Lanço
5.2. Semeadoras Manuais de Fileiras
5.3. Semeadoras Manuais de Covas
6. Semeadoras Mecanizadas
6.1. Semeadoras Mecanizadas a Lanço
6.1.1. Máquinas de solo
6.1.2. Regulagem das semeadoras a lanço
6.1.3. Semeadoras de avião
6.2. Semeadoras Mecanizadas de Fileiras
7. Semeadoras Mecânicas Vs. Semeadoras Pneumáticas
8. Produção Nacional de Máquinas para Semeadura
9. Questões para Estudo
4 Semeadoras de Linhas Múltiplas Conjugadas

1. Terminologia e Classificação
1.1. Semeadora Conjugada Convencional ou Standard
1.1.1. Semeadoras conjugadas com dosadores individuais
1.1.2. Semeadoras de linhas múltiplas conjugadas com dosador central
1.2. Semeadora de Linhas Conjugadas para Cultivo Mínimo
2. Órgãos Constituintes das Semeadoras de Linhas Múltiplas Conjugadas
2.1. Chassi, Engates e Rodados
2.2. Reservatórios de Sementes e de Fertilizantes
2.3. Mecanismos Dosadores Individuais para Sementes
2.3.1. Dosador de cilindro acanalado
2.3.2. Dosador de cilindro denteado
2.3.3. Dosador de cilindro de dupla-face
2.3.4. Dosador de disco de canecas
2.4. Princípio de Funcionamento e Características de Projeto dos Dosadores de Fluxo a Granel do Tipo Cilíndrico ou de Roletes
2.4.1. Características operacionais dos dosadores cilíndricos
2.4.2. Características de projeto
2.5. Princípio de Funcionamento e Características de Projeto do Dosador Distribuidor Centrífugo
2.5.1. Trajetória das sementes no mecanismo
2.5.2. Características de projeto do mecanismo
2.6. Mecanismos de Transporte e Deposição das Sementes
2.6.1. Transporte em condutores verticais por ação da gravidade
2.6.2. Transporte em condutores por ação de arrasto aerodinâmico
2.7. Mecanismos para Abertura de Sulco
2.7.1. Abridores de sulco fixos ou de coluna vazada
2.7.2. Abridores de sulco rotativos ou de discos
2.7.3. Relações geométricas básicas nos abridores de sulco de discos duplos
2.7.4. Posição relativa adubo-semente com abridores de sulco de discos duplos
2.7.5. Suporte dos abridores, de sulco
2.7.6. Regulagem da profundidade de operação dos abridores de sulco
2.8. Abridores de Sulco em Máquinas de Plantio Direto
2.8.1. Rotor de enxada rotativa + bota de sementes
2.8.2. Disco de corte + abridor de sulco fixo ou de coluna
2.8.3. Disco de corte + abridor de sulco de disco duplo
2.9. Dispositivos de Cobertura e Adensamento do Leito de Semeadura
2.9.1. Órgãos cobridores de sementes
2.9.2. Órgãos adensadore
2.10. Sistemas Especiais de Deposição-Incorporação das Sementes
2.11. Mecanismos de Transmissão e de Levantamento
2.11.1. Mecanismos de transmissão de movimentos
2.11.2. Mecanismos de levantamento
2.12. Acessórios para Semeadoras de Linhas Múltiplas Conjugadas
2.12.1. Marcador de linhas
2.12.2. Mecanismo de lubrificação central
2.12.3. Registrador de área semeada (Acremeter)
2.12.4. Escarificador do Rasto do Trator
3. Mecânica do Chassi de Semeadoras de Linhas Múltiplas Conjugadas
3.1. Peso da Máquina
3.2. Reação do Solo sob as Rodas
3.3. Condições de Equilíbrio das Forças que Atuam no Chassi da Máquina
3.4. Exigências Tratórias
3.5. Acoplamento de Semeadoras de Linhas Múltiplas à Barra de Tração dos Tratores
4. Regulagem das Semeadoras de Linhas Múltiplas Conjugadas
4.1. Equacionamento Básico
4.2. Procedimento de Regulagem
5. Manejo de Campo de Semeadoras de Linhas Múltiplas Conjugadas
5.1. Manejo de Semeadoras de Linhas Múltiplas Conjugadas de Tração Animal
5.2. Manejo de Semeadoras de Linhas Múltiplas Conjugadas Tratorizadas
5.3. Capacidade Operacional das Semeadoras de Linhas Múltiplas Conjugadas
6. Ensaios de Avaliação do Desempenho de Semeadoras de Linhas Múltiplas Conjugadas
6.1. Tipos de Ensaios
6.1.1. Ensaios de bancada
6.1.2. Ensaios de danificação mecânica nas sementes
6.1.3. Ensaios de campo
6.4. Relatórios de Ensaio
7. Questões para Estudo
5 Semeadoras de Linhas Individuais

1. Tipos de Máquinas
2. Constituição Geral
2.1. Reservatórios
2.1.1. Reservatório central
2.1.2. Reservatório de carrinho
2.1.3. Reservatório subdividido
2.1.4. Acessórios para reservatórios de sementes
2.2. Mecanismos Dosadores
2.2.1. Dosadores para sementes soltas
2.2.2. Dosadores-propulsores para sementes acondicionadas
2.3. Mecanismos de Condução e Lançamento
2.3.1. Órgãos de condução por gravidade
2.3.2. Mecanismos de condução forçada
2.3.3. Mecanismos de agrupamento de sementes
2.4. Mecanismos Abridores de Sulco
2.5. Mecanismos de Adensamento do Leito de Semeadura
2.6. Mecanismos de Transmissão de Movimentos
2.7. Mecanismos de Acoplamento e Sustentação
3. Mecanismos Dosadores de Fluxo a Granel
3.1. Dosador de Caneca com Canaletas Internas
3.2. Roda Denteada e Aranha
3.3. Orifício de Abertura Ajustável
4. Dosadores Alveolares Rotativos
4.1. Disco Alveolar Horizontal (Seed Plate)
4.1.1. Constituição do mecanismo
4.1.2. Tipos de alvéolos
4.1.3. Características operacionais típicas
4.2. Processo de Dosagem nos Discos Alveolares Horizontais
4.2.1. Mecânica do alojamento das sementes nos alvéolos
4.2.2. Mecânica da retenção e separação da semente
4.2.3. Expulsão das sementes dos alvéolos
4.3. Disco (Coroa) Alveolar Inclinado
4.4. Coroa Alveolar com Ejetores Parabólicos
4.5. Cilindros Alveolares
4.5.1. Constituição e funcionamento
4.5.2. Mecânica da retenção e separação das sementes
5. Dosadores de Correia Alveolar
6. Dosadores Apanhadores
6.1. Dosador-apanhador Mecânico
6.2. Dosador-apanhador com Auxílio Pneumático
6.2.1. Dosador pneumático pressurizado
6.2.2. Dosador pneumático a vácuo
6.2.3. Dosador pneumático com jato de ar submerso
6.2.4. Dosador com rasador pneumático
6.3. Características Gerais dos Mecanismos Dosadores com Auxílio Pneumático
7. Princípio de Funcionamento dos Mecanismos Apanhadores com
Auxílio Pneumático
7.1. Desenvolvimento Tecnológico de Apanhadores Pneumáticos
7.1.1. Resumo histórico
7.1.2. Pesquisa e desenvolvimento no Brasil
7.1.3. Teoria da captura singularizada de sementes por ação pneumática
7.2. Projeto de Sistema com Cilindros Dosadores a Vácuo
8. Mecanismos de Condução e Lançamento das Sementes
8.1. Órgãos de Condução por Gravidade
8.2. Órgãos de Condução Forçada
8.2.1. Condução forçada de sementes por rotor de aletas
8.2.2. Condução forçada de sementes por correia com aletas
8.2.3. Condução forçada de sementes por corrente transportadora
8.2.4. Condução forçada de sementes por fluxo de ar
8.3. Orgãos de Agrupamento de Sementes
8.3.1. Placa acumuladora de sementes
8.3.2. Válvula rotativa
8.3.3. Válvula vaivém
9. Mecanismos Abridores de Sulco
9.1. Órgãos de Abertura Contínua de Solo Pré-Mobilizado
9.1.1. Facões abridores de sulco
9.1.2. Sulcadores
9.1.3. Pás de semeadura
9.1.4. Rotor de asas
9.1.5. Discos abridores de sulco
9.2. Órgãos de Abertura Contínua de Solo Não Mobilizado
9.2.1. Discos de mobilização localizada
9.2.2. Lâminas rotativas de mobilização localizada
9.3. Orgãos de Abertura Individualizada
9.3.1. Semeadora de punção magnético
9.3.2. Semeadora de punção pneumático
9.3.3. Semeadora de punções com acionamento por correia
10. Mecanismos de Cobertura das Sementes e Adensamento Direcionado
do Leito de semeadura
10.1. Órgãos de Cobertura das Sementes
10.1.1. Cobridor de lâmina
10.1.2. Cobridor de discos
10.1.3. Cobridor de enxadinhas
10.1.4. Cobridor de corrente
10.1.5. Eficiência dos cobridores de sementes
10.2. Órgãos de Adensamento do Leito de Semeadura
10.2.1. Rodas de pressão
10.2.2. Rodas Adensadoras-recobridoras
10.2.3. Rodas Adensadoras
11. Mecanismos de Acionamento e Transmissão de Movimentos
11.1. Motores Elétricos de Corrente Contínua
11.2. Ar Comprimido
11.3. Motores Hidráulicos de Controle Remoto
11.4. Árvore Cardan Acoplada à TDP
11.5. Rodas Denteadas Acopladas ao Rodado dos Tratores
11.6. Rodas de Terra das Semeadoras
11.7. Rodas Motrizes Adensadoras
11.8. Ajustagem das Transmissões
11.8.1. Equacionamento da variação dos movimentos
11.8.2. Cálculo da taxa de semeadura
12. Mecanismos de Acoplamento e Sustentação
12.1. Órgãos de Atrelamento de Semeadoras de Tração Animal
12.1.1. Órgãos de atrelamento de semeadoras de rabiças
12.1.2. Órgãos de atrelamento de semeadoras de boleia
12.2. Órgãos de Sustentação de Semeadoras de Tração Animal
12.2.1. Órgãos de sustentação de semeadoras de rabiças
12.2.2. Órgãos de sustentação de semeadoras de boleia
12.3. Orgãos de Acoplamento de Semeadoras Tratorizadas
12.3.1. Acoplamento pelo engate de três pontos
12.3.2. Forças atuantes no engate de três pontos
12.3.3. Acoplamento pela barra de tração
12.3.4. Acoplamento no chassi do trator
12.3.5. Acoplamento frontal
13. Manejo de Semeadoras de Linhas Individuais
13.1. Regulagem & Aferição da Razão-de-Semeadura
13.1.1. Método direto, de precisão
13.1.2. Método aproximado
13.2. Ajuste da Velocidade Operacional
13.2.1. Condições de trabalho da roda motriz
13.2.2. Condições de trabalho da fonte de potência
13.2.3. Influência da velocidade de trabalho no custo da operação de semeadura
13.3. Ajuste dos Marcadores de Linhas
13.4. Programação do Percurso de Campo
13.4.1. Execução das passadas de acabamento
13.4.2. Circuito de campo
13.4.3. Técnicas de manejo do conjunto
14. Ensaios de Desempenho de Semeadoras de Linhas Individuais
14.1. Ensaios de Afericão das Caracteristicas Pondero-Dimensionais
14.1.1. Aferição dos acoplamentos mecânicos e hidráulicos
14.1.2. Dimensões gerais da máquina
14.1.3. Capacidade dos reservatórios e altura da boca de carregamento
14.1.4. Posição do centro de gravidade - CG
14.1.5. Peso da máquina
14.1.6. Espaço de giro
14.2. Aferição de Acoplamentos Eletro-Eletrônicos
14.3. Ensaios de Bancada
14.3.1. Ensaios de regulagem do mecanismo dosador
14.3.2. Ensaios com velocidade variável
14.3.3. Ensaios com nível variável de sementes
14.3.4. Ensaios de inclinação lateral
14.4. Configuração da Deposição das Sementes
14.4.1. Conceitos básicos
14.4.2. Formas de caracterização da deposição
14.5. Ensaios de Campo
14.5.1. Parâmetro de avaliação de desempenho
14.5.2. Caracterização das condições operacionais do ensaio
14.4.3. Estudo de caso
15. Interpretação dos Resultados de Ensaios
16. Questões para Estudo
6 Semeadura com Sementes Acondicionadas

1. Conceituação Geral
2. Importância e Formas de Acondicionamento para Semeadura
3. Hidrossemeadura
3.1. Origem da Hidrossemeadura
3.2. Aplicação da Hidrossemeadura
3.3. Equipamentos para Hidrossemeadura
3.3.1. Reservatório de fluido-semente
3.3.2. Sistema de propulsão e lançamento do fluido-semente
3.4. Formulações e Dosagem
3.5. Avaliação Operacional
3.5.1. Avaliação em empreendimentos rodoviários
3.5.2. Mecânica de aplicação do jato de fluido-semente
3.5.3. Dosagens de sementes e de fluido-semente
4. Semeadura com Sementes Revestidas
4.1. Acondicionamento das Sementes
4.2. Semeadoras para Sementes Revestidas
5. Semeadura com Sementes Pelotilhadas ou Empastilhadas
6. Semeadura com Sementes Acondicionadas em Fita
6.1. Origem da Semeadura em Fita
6.2. Acondicionamento das Sementes na Fita
6.3. Semeadoras para Sementes em Fita
7. Semeadura com Sementes Acondicionadas em Gelatina
7.1. Origem da Semeadura em Gelatina
7.2. Máquinas para Semeadura em Gelatina
7.2.1. Semeadoras de gel a ar comprimido
7.2.2. Semeadoras de gel com bomba peristáltica
7.3. Projeto de Mecanismos Dosadores para Semeadura em Gelatina
7.3.1. Descarga de gel
7.3.2. Capacidade da bomba e do reservatório de gel
7.3.3. Espaçamento das sementes na linha
7.4. Desafios Tecnológicos do Sistema Gel-Semente
7.4.1. Modelagem da distribuição das sementes
7.4.2. Semeadora de precisão para aplicação de gel-semente
8. Questões para Estudo
7 Máquinas de Plantio

1. Introdução
2. Plantio de Batatas (Solanun tuberosum L.)
2.1. Caracterização Botânica
2.2. Condições Gerais para Instalação da Cultura
2.3. Propagação por Semente Botânica
2.4. Propagação Assexuada
2.4.1. Características da batata-semente
2.4.2. Espaçamento de plantio
2.4.3. Profundidade de plantio
2.4.4. Localização do fertilizante
2.4.5. Sistemas de plantio
2.5. Plantio Semimecanizado de Batatas
2.5.1. Plantio semimecanizado em sulcos
2.5.2. Plantio semimecanizado em covas
2.6. Plantadoras Automatizadas de Batatas
2.6.1. Plantadoras semiautomáticas
2.6.2. Plantadoras automáticas
2.7. Considerações para Projeto de Plantadoras de Batatas
2.8. Ensaios de Plantadoras de Batatas
2.9. Especificações Técnicas para Plantadoras de Batatas
2.9.1. Profundidade de plantio
2.9.2. Distribuição dos tubérculos
2.9.3. Danificação mecânica
2.9.4. Altura dos camalhões
2.10. Limitações ao Plantio Mecanizado de Batatas no Estado de São Paulo
2.11. Questões para Estudo sobre Plantio de Batatas
3. Plantio de Cana-de-Açúcar (Saccharum SPP)
3.1. Cana-de-Açúcar no Brasil
3.1.1. Resumo histórico da obtenção de novas variedades
3.1.2. Regiões canavieiras e seus processos produtivos
3.2. Caracterização Botânica
3.3. Tecnologia do Plantio da Cana-de-Açúcar
3.3.1. Escolha de variedades
3.3.2. Preparo do solo
3.3.3. Espaçamento de plantio
3.3.4. Forma e dimensões do sulco de plantio
3.3.5. Sistemas de plantio
3.4. Máquinas Plantadoras de Cana-de-Açúcar
3.4.1. Plantadoras semiautomáticas
3.4.2. Plantadoras automáticas
3.5. Mecânica dos Sulcadores Canavieiros
3.5.1. Conceituação geral
3.5.2. Resistência desenvolvida por sulcadores, segundo Bernacki, et al. (1972)
3.5.3. Mecânica de operação de sulcadores, segundo Kostritsyn (1956)
3.6. Ensaios de Plantadoras de Cana-de-Açúcar
3.6.1. Itens básicos do ensaio de plantadoras de cana-de-açúcar
3.7. Questões para Estudo sobre Plantio de Cana-de-Açúcar
4. Plantio da Mandioca (Manihot esculenta Crantz)
4.1. Caracterização Botânica
4.2. Tecnologia de Plantio de Mandioca
4.2.1. Preparo do solo de pré-plantio
4.2.2. Preparo das manivas ou estacas de plantio
4.2.3. Fatores a serem considerados no plantio
4.3. Sistemas de Plantio de Mandioca
4.3.1. Plantio semimecanizado em nível
4.3.2. Plantio mecanizado em nível
4.3.3. Plantio semimecanizado em camalhões
4.3.4. Plantio mecanizado em camalhões
4.4. Ensaios de Plantadoras de Mandioca
4.5. Questões para Estudo
5. Plantio do Alho (Allium sativum L)
5.1. Caracterização Botânica
5.2. Tecnologia de Plantio do Alho
5.2.1. Ciclo fenológico do alho
5.2.2. Seleção e preparo do alho-semente
5.2.3. Preparo inicial do solo
5.2.4. Preparo de pré-plantio
5.2.5. Fatores a serem considerados no plantio
5.3. Sistemas de Plantio de Alho
5.3.1. Plantio semimecanizado
5.3.2. Plantio mecanizado
5.4. Ensaios de Plantadoras de Alho
5.5. Questões para Estudo
8 Máquinas de Transplantar

1. Introdução
2. Constituição Geral das Transplantadoras
2.1. Sistema de Mobilização do Solo
2.1.1. Mobilização de antedeposição
2.1.2. Mobilização de pós-deposição
2.2. Sistema de Singularização-deposição das Mudas
2.2.1. Sistema manual de singularização-deposição
2.2.2. Sistema mecânico de singularização-deposição
assistido manualmente
2.2.3. Sistema semiautomático de singularização-deposição
2.2.4. Sistema automático de singularização-deposição
2.3. Sistema de Irrigação das Mudas
2.4. Dispositivos Auxiliares
2.5. Requisitos Básicos dos Mecanismos de Transplante de Mudas de Raiz Nua
2.6. Transplante de Árvores e Arbustos
3. Cinemática da Singularização-Deposição Assistida Manualmente
4. Ergonomia em Transplantadoras com Assistência Manual
5. Sistema de Transplante Automatizado de Arroz
5.1. Preparação do Material Utilizado na Obtenção das Mudas
5.1.1. Quantificação do material utilizado
5.1.2. Preparo do solo destinado às bandejas de mudas
5.1.3. Preparo das sementes pré-germinadas
5.1.4. Preparo das bandejas de mudas
5.2. Produção das Mudas em Bandejas Padronizadas
5.2.1. Técnica de semeadura em bandejas
5.2.2. Germinação assistida em bandejas
5.2.3. Brotação assistida em bandejas
5.2.4. Acabamento das mudas em bandejas
5.3. Transplante Automatizado com Transplantadoras Mecânicas
5.3.1. Sistema de alimentação de mudas
5.3.2. Sistema de transplantio
5.3.3. Subestrutura de flutuação e tração
6. Sobre a Adoção da Tecnologia de Transplante Automatizado de Arroz
6.1. Orizicultura Irrigada no Brasil
6.2. Perspectivas de Adoção da Tecnologia de Transplante de Arroz pelo Agronegócio Familiar
7. Questões para Estudo
9 Máquinas para Tratamento e Sementes

1. Conceituação Geral
1.1. Justificativas para o Tratamento de Sementes
1.2. Condicionantes do Tratamento de Sementes
2. Modalidades de Tratamentos de Sementes
2.1. Tratamentos Segundo o Tipo de Material Utilizado
2.2. Tratamentos Segundo o Procedimento de Manuseio das Sementes
2.3. Tratamentos Segundo a Forma de Aplicação do Defensivo
2.3.1. Aplicação na semeadura
2.3.2. Aplicação em pré-semeadura
3. Mecanismos de Espalhamento do Defensivo na Massa de Sementes
3.1. Suspensão do Particulado em Fluxo de Ar
3.2. Agitação Mecânica do Particulado
4. Tipos de Máquinas para Tratamento de Sementes
4.1. Máquinas Portáteis
4.2. Máquinas Estacionárias Semiportáteis de Tratamento em Fluxo Contínuo
4.2.1. Sistema de alimentação de sementes
4.2.2. Sistema de revolvimento das sementes
4.2.3. Sistema aplicador principal de agroquímicos
4.2.4. Sistema aplicador auxiliar de agroquímicos
4.2.5. Sistema de controle eletroeletrônico de dosadores
4.3. Máquinas Estacionárias Semiportáteis de Tratamento por Batelada
4.4. Máquinas Estacionárias Fixas
5. Ensaios de Máquinas para Tratamento de Sementes
5.1. Conceituação
5.2. Avaliação da eficiência do recobrimento
5.3. Avaliação de Dosadores de Fluxo Intermitente
6. Questões para Estudo
10 REFErências Bibliográficas
Referências Bibliográficas
Ano: 2012

Edição: 1ª edição

Número de Páginas: 648

Peso: 1,55 kg

Altura: 26,5 cm

Largura: 20,5 cm

Lombada: 2,5 cm

Acabamento: Brochura

I.S.B.N.: 978-85-7625-260-3

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