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Toxicologia Forense – Teoria e Prática 5ª Edição Cód. do Produto: 2936

Autores: Marcos Passagli




R$ 154,00

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Ano: 2018    Edição: 5ª edição    Número de Páginas: 552    Peso: 0,9 kg    Altura: 23 cm    Largura: 16 cm    Lombada: 2,7 cm    Acabamento: Brochura    I.S.B.N.: 978-85-7625-354-9    Código de Barras: 9788576253549    Valor: R$ 154,00
Com estilo objetivo e claro, em capítulos organizados de forma inteligente e didática, o professor Marcos Passagli e seus colaboradores brindam os seus leitores com esta obra singular, lúcida, abrangente e minuciosa.
Em trabalho de ampla pesquisa, trazem a lume cuidadosa seleção de fundamentos técnico-periciais da Toxicologia Forense, reunidos de vasta literatura, antes esparsos e muitos ainda inéditos no país.
E não se limitam em abordar apenas os temas nos aspectos técnicos analíticos de interesses científicos e legais das diversas áreas contempladas no livro. Neste, ampliam-se as discussões das ações das substâncias no corpo humano, tecem comentários de caráter político, éticos, sociais sobre a polêmica questão do uso das substâncias psicoativas – drogas – lícitas e/ou ilícitas na sociedade brasileira.
A quinta edição apresenta-se inteiramente reformulada para alinhar-se aos programas de cursos de especialização em Toxicologia Forense, Química Forense, Engenharia Química, Farmácia, Bioquímica, Biomedicina, Medicina Legal e Direito. A bibliografia foi ampliada, oferecendo canais de acessos a recentes estudos e pesquisas mais aprofundadas sobre esta instigante matéria.
Possa essa obra atender, cada vez mais, não apenas às expectativas de profissionais atuantes nas áreas relacionadas, como também na formação, capacitação e atualização daqueles que têm elevado interesse ou pretendem trabalhar no campo da toxicologia forense.

Série Tratado de Perícias Criminalísticas – organizador: Domingos Tocchetto

Sobre o Autor:

Marcos Passagli
Graduado em Farmácia e Bioquímica com habilitação em Análises Clínicas e Toxicológicas. Bacharel de Direito ambos pela Universidade Federal de Minas Gerais. Pós Graduação: Curso de Especialização – SUPERA – (Sistema para detecção do Uso abusivo e dependência de substâncias Psicoativas realizado UNIFESP (Universidade Federal de São Paulo) e a SENAD (Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas). Especialista em Estudos de Segurança Pública e Criminalidade pelo CRISP/UFMG. Perito Criminal aposentado do IC Minas Gerais, e hoje perito judicial. Professor das seguintes instituições: ACADEPOL MG (Academia Policia Civil de MG), APM MG (Academia Policia Militar MG), da SENASP MJ (Secretaria Nacional de Segurança Pública – Ministério da Justiça). Coordenador e professor do Curso de Pós graduação em Ciências Forenses na FBMG ( Faculdade Batista de MG). Trabalhando a mais de 30 anos nas áreas de Segurança Pública, em laboratórios de biologia, química e toxicologia na perícia oficial. Ampla experiência na área de docência, como professor e em coordenação de cursos de na Academia de Polícia Civil de MG, Academia Polícia Militar MG, SENASP – MJ. Autor dos seguintes livros na área da Ciências Forenses: Toxicologia – Teoria e Prática, 5ª edição, Toxicologia Social, 1ª edição. Co-autor dos livros: Criminalística, 6ª edição, Procedimentos e Metodologia em Criminalística 3ª edição, Documentoscopia, 3ª edição. Sócio fundador da SBCF (Sociedade Brasileira de Ciências Forense). Atualmente exerce cargo de gerente tecnológico da empresa TecLab fornecedora de produtos e equipamentos para área da ciências forenses.
E-mail: mpassagli@yahoo.com.br

Currículo dos Colaboradores:
Frederico Nunes Valladão
Bacharel em Farmácia Escola de Farmácia da UFOP, Mestre em Química Orgânica Universidade Federal de Minas Gerais UFMG. Doutorando em Química Orgânica, Universidade Federal de Minas Gerais UFMG. Perito Criminal da Seção Técnica de Física e Química Legal – Divisão de Laboratório – Instituto de Criminalística.

Marco Antonio R. Paiva
Biólogo – Bel. Bioquímica ICB/UFMG, Farmacêutico – Fac. de Farmácia UFMG. Perito Criminal do Laboratório de Toxicologia do IML/MG.

Marcus L. O. Penido
Farmacêutico-Bioquímico. Fac. de Farmácia UFMG, Mestre Bioquímica e Imunologia ICB/UFMG, Doutor em Bioquímica e Imunologia ICB/UFMG. Perito Criminal chefe do Laboratório de Toxicologia do IML/MG.

Mário L. Ottoni Guedes
Farmacêutico-Bioquímico. Universidade Federal de Minas Gerais. Licenciado em Química pela Cefete/MG. Perito Criminal da Divisão de Laboratório do Instituto de Criminalística de Minas Gerais. Professor de Química Legal Acadepol/MG.

Pablo Alves Marinho
Perito Criminal da Seção Técnica de Física e Professor de Química e Toxicologia Legal da Academia de Polícia Civil de Minas Gerais. Farmacêutico com Habilitação em Análises Clínicas e Toxicológicas. Mestre em Toxicologia pelo Departamento de Ciências Farmacêuticas da Universidade Federal de Minas Gerais. Seção Técnica de Física e Química Legal – Divisão de Laboratório – Instituto de Criminalística.

Patrícia Domingues Carvalho
Farmacêutica. Universidade Federal de Minas Gerais. Licenciada em Química e Biologia, Especialista em Docência do Ensino Superior e Perita Criminal da Divisão de Laboratório do Instituto de Criminalística de Minas Gerais. Professora de Toxicologia Forense na Acadepol/MG.

Roberta de Faria Rodrigues
Farmacêutica-Bioquímica. UFMG, Mestre em Ciências Farmacêuticas pela Universidade Federal de Minas Gerais. Perita Criminal da Divisão Laboratório do Instituto de Criminalística.

Rogério Araújo Lordeiro
Químico UFMG. Mestre em Química Analítica UFMG, doutorando em Química UFMG. Perito Criminal da Seção de Química do Instituto de Criminalística MG.

Silberto M. A. Azevedo
Farmacêutico-Bioquímico. Fac. de Farmácia UFMG. Mestre Administração FDC/PUC MG. Perito Criminal do Laboratório de Toxicologia do IML/MG.

Valter M. da Silva
Biólogo – Centro Universitário Izabela Hendrix. Mestre Fisiologia e Farmacologia ICB/UFMG. Perito Criminal do Laboratório de Toxicologia do IML/MG.

Yuri Machado
Graduado em Farmácia Industrial pela UFMG (2007). Mestre em Química Orgânica pela UFMG (2010). Perito Criminal da Polícia Civil de Minas Gerais desde 2010. Experiência na identificação e caracterização das Novas Substâncias Psicoativas.

Washington Xavier de Paula
Engenheiro Químico, Doutorado e Pós-Doutorado em Química pelo Departamento de Química da Universidade Federal de Minas Gerais. Perito Criminal e Chefe da Divisão de Laboratório do Instituto de Criminalística de Minas Gerais. Professor na Acadepol/MG.
Sumário

Introdução das Partes

Primeira Parte - Introdução à Toxicologia Forense

Capítulo 1 - Os princípios de Direito e de Justiça Criminal aplicados às Ciências Forenses
MARCOS PASSAGLI
1. Breve histórico das Ciências Forenses
2. Função das Ciências Forenses
3. Conceituando a prova pericial
4. Perícia como meio de prova
5. Perícia no estado da arte
6. Sistema de apreciação da prova no Brasil
7. O papel das Ciências Forenses
8. Principais avanços das Ciências Forenses

Capítulo 2 - Introdução à Toxicologia Forense
MARCOS PASSAGLI
1. História antiga
2. História moderna
3. Histórico dos exames químicos toxicológicos
4. Legislação brasileira
5. Principais tipos de perícias da toxicologia forense
6. Exame para identificação de drogas ilícitas
7. Exame em material coletado no local do crime
8. Exame químico toxicológico em ser vivo
9. Exame para verificação de falsificação ou adulteração de medicamentos e alimentos
10. Exame para identificação de substâncias químicas em acidentes
11. Metodologia e procedimentos empregados
11.1. Amostras biológicas
11.2. Exames em substâncias in natura (drogas ilícitas)
12. Equipamentos e recursos indispensáveis nas perícias toxicológicas

Capítulo 3 - Princípios Gerais da Toxicologia
MARCOS PASSAGLI
1. Desenvolvimento da Farmacologia e da Toxicologia
2. Evolução da Farmacologia e da Toxicologia
3. Objeto de estudo da Toxicologia
4. Mecanismos envolvidos na administração de agentes tóxicos
5. Aplicação de duas ciências complementares
6. Estudo da Toxicocinética e da Toxicodinâmica
7. Origem e implantação de mecanismos de controle dos medicamentos
8. Organismos de controle internacionais e nacionais
9. Legislação brasileira

Capítulo 4 - Áreas da Toxicologia e conceitos básicos
MARCOS PASSAGLI
1. Áreas da Farmacologia e da Toxicologia
2. Divisão da Toxicologia
3. Conceitos básicos de Toxicologia
4. Agente tóxico - substância química
5. Classificação dos agentes tóxicos
6. Fenômeno da Toxicidade
7. Fatores que influenciam na Toxicidade
8. Toxicidade risco e segurança
9. Tipo de exposição aguda versus exposição crônica
10. Toxicidade sistêmica versus toxicidade local
11. Efeitos tóxicos reversíveis e irreversíveis
12. Interações entre substâncias químicas
13. Reações alérgicas

Capítulo 5 - O fenômeno da intoxicação
MARCOS PASSAGLI
1. Introdução
2. Divisão das fases da intoxicação
3. Avaliação toxicológica
4. Caminho da intoxicação
5. Fase de exposição
5.1. Via ou local de exposição
5.2. Duração e frequência da exposição
6. Fase toxicocinética
7. Os fatores que influenciam os transportes por membranas
7.1. Fatores relacionados à membrana
7.2. Fatores relacionados: AT X Membranas
7.2.1. Coeficiente de partição óleo/água
7.2.2. Grau de ionização ou de dissociação
8. Mecanismo de absorção
8.1. Absorção pelo trato gastrintestinal (TGI) ou oral
8.2. Fatores que influem na absorção pelo TGI
9. Mecanismo de distribuição dos ATs (agentes tóxicos)
10. Afinidade por diferentes tecidos
10.1. Fatores que influem nesta ligação
11. Mecanismo de armazenamento
12. Barreira hematoencefálica
13. Barreira placentária
14. Mecanismo de eliminação
14.1. Biotransformação
14.2. Mecanismos da biotransformação de ATs
14.3. Fases da biotransformação
15. Fase pré-sintética
15.1. Mecanismo de Oxidação
15.2. Mecanismo de Redução
15.3. Mecanismo de Hidrólise
16. Fase sintética ou conjugação
16.1. Indução ou inibição de sistemas enzimáticos
16.2. Fatores que influenciam na biotransformação
16.2.1. Dose e frequência
16.2.2. Dieta e estado nutricional
16.2.3. Sexo, Idade, Peso
17. Mecanismo de excreção
17.1. Excreção urinária
17.2. Excreção fecal e catarral
17.3. Secreção biliar
17.4. Outras secreções
17.5. Excreção pelo ar expirado
17.6. Fatores que influem na velocidade e via de excreção
Referências Bibliográficas

Segunda Parte - Conceitos de neurobiologia e comportamento humano

Capítulo 6 - Princípios de Neurociências
MARCOS PASSAGLI
1. Introdução
2. Conhecendo o cérebro humano
3. A Neuroplasticidade do cérebro humano
4. Sistema de recompensa do cérebro humano
5. Mudança no cérebro humano
6. Funcionamento cérebro e neurotransmissores
7. Descrição de neurotransmissores e mecanismos de ação
8. Entendendo o mecanismo de ação das substâncias

Capítulo 7 - Atuação de substâncias psicoativas no organismo humano
MARCOS PASSAGLI
1. Em busca da bioquímica da felicidade
2. Atuação das substâncias psicoativas
3. O cérebro, substâncias psicoativas e o meio ambiente
4. Sistema de recompensa cerebral
5. Aspectos comportamentais relacionados ao abuso
6. Dependência de substâncias psicoativas
7. A síndrome de abstinência
8. Fissura (Craving)
9. Mecanismos de aprendizado e memória
10. A interferência genética
11. A droga e dependência
12. Efeitos e via de administração
13. Critérios para avaliação de dependência - Tolerância
14. Critérios para avaliação de dependência - Síndrome de abstinência
15. Outros critérios - Subjetivos

Capítulo 8 - Os problemas de uso abusivo de drogas no Brasil
MARCOS PASSAGLI
1. Introdução
2. Drogas - Contexto brasileiro
3. O problema das drogas ilícitas na sociedade brasileira
4. Drogas ilícitas, criminalidade e violência
5. Drogas: legalizar ou manter a criminalização?
6. Fazendo as perguntas certas
7. Argumentos a favor da criminalização
8. Argumentos a favor da descriminalização
9. A terceira via - O "plano B"
10. A questão legal - Recurso do STF
11. Posição anterior do STF sobre o Art. 28
12. O desenrolar do julgamento no STF
13. Questão a ser respondida
Referências Bibliográficas

Terceira Parte - Drogas depressoras do sistema nervoso central

Capítulo 9 - Álcool Etílico
MARCOS PASSAGLI - PABLO ALVES MARINHO
1. Introdução
2. Padrões de Uso
3. Efeitos do etanol no ser humano
4. Limite entre o ato de beber socialmente e o alcoolismo
5. Teorias que tentam explicar o alcoolismo
6. Toxicocinética
7. Toxicodinâmica
8. Efeitos tóxicos
8.1. Intoxicação aguda
8.2. Intoxicação crônica
9. Análise toxicológica
9.1. Cromatografia gasosa
9.1.1. Coleta das amostras
9.1.2. Curva de calibração e soluções controle
9.1.3. Preparo das amostras para análise
9.1.4. Condições cromatográficas
9.2. Métodos de amostragem de ar exalado
9.3. Princípios de detecção
9.3.1. Células eletroquímicas
9.3.2. Espectroscopia no infravermelho
9.3.3. Semicondutores
9.3.4. Colorimétrico
9.3.5. Duplos sensores
10. Tabela de conversão
11. Legislação

Capítulo 10 - Barbitúricos
MARCOS PASSAGLI - FREDERICO NUNES VALLADÃO
1. Introdução - Histórico
2. Propriedades dos benzodiazepínicos
3. Características físico-químicas
4. Toxicocinética
5. Toxicodinâmica
6. Tolerância e dependência
7. Legislação
8. Métodos analíticos para a identificação de barbitúricos
8.1. Testes colorimétricos: identificação preliminar de barbitúricos
8.2. Procedimentos de extração e de preparação da amostra
8.3. Métodos físicos de análises: cromatografia em camada delgada
8.4. CG-EM (Cromatografia Gasosa acoplada a Espectrometria de Massas)

Capítulo 11 - Benzodiazepínicos
MARCOS PASSAGLI - FREDERICO NUNES VALLADÃO
1. Introdução - Histórico
2. Propriedades dos benzodiazepínicos
3. Características físico-químicas
4. Toxicocinética
5. Toxicodinâmica
6. Dependência e tolerância
7. Legislação
8. Métodos analíticos de identificação de benzodiazepínicos
8.1. Identificação preliminar de benzodiazepínicos
8.2. Procedimentos de extração e preparação da amostra
9. Métodos físicos de análises
9.1. Cromatografia em camada delgada
9.2. Cromatografia líquida de alta eficiência
9.3. CG-EM (Cromatografia Gasosa acoplada à Espectrometria de Massas)

Capítulo 12 - Opiáceos e Opioides
MARCOS PASSAGLI
1. Introdução - Histórico
2. Propriedades Físico-químicas
3. Padrões de uso
4. Toxicocinética
5. Toxicodinânica
6. Efeitos tóxicos
7. Tolerância e dependência
8. Legislação
9. Métodos analíticos
9.1. Método colorimétrico: identificação de ópio, morfina, heroína e codeína
9.2. Método cromatográfico: CCD (Cromatografia em Camada Delgada)
9.3. CG-EM (Cromatografia Gasosa e Espectrometria de Massa)

Capítulo 13 - Inalantes
MARCOS PASSAGLI
1. Introdução - Histórico
2. Toxicocinética e toxicodinâmica
3. Efeitos tóxicos
4. Dependência e tolerância
5. Legislação
6. Métodos analíticos
6.1. Métodos colorimétricos
6.2. Análises de constantes físicas
6.3. CG-EM (Cromatografia Gasosa acoplada à Espectrometria de Massa)
6.1. Análise de inalantes por CG-EM pelo método de Headspace estático
Referências Bibliográficas

Quarta Parte - Drogas estimulantes do sistema nervoso central

Capítulo 14 - Anfetamínicos
MARCOS PASSAGLI - PATRÍCIA DOMINGUES CARVALHO
1. Introdução - Histórico
2. Propriedades físico-químicas
3. Padrões de uso
4. Toxicinética
5. Toxicodinâmica
6. Efeitos Tóxicos
7. Legislação

Capítulo 15 - Ecstasy
MARCOS PASSAGLI - PATRÍCIA DOMINGUES CARVALHO
1. Introdução - Histórico
2. Padrão de uso
3. Toxicocinética e toxicodinâmica
4. Efeitos tóxicos
5. Legislação
6. Métodos analíticos
6.1. Considerações sobre a identificação das anfetaminas
6.2. Reações colorimétrica
6.3. Cromatografia de camada delgada
6.4. Cromatografia líquida de alta eficiência

Capítulo 16 - Cocaína e Crack
MARCOS PASSAGLI - ROBERTA DE FARIA RODRIGUES - YURI MACHADO
1. Introdução - Histórico
2. Propriedades físico-químicas
3. Padrão de uso
4. Aspectos toxicológicos
5. Toxicocinética
6. Toxicodinâmica
7. Legislação
8. Métodos analíticos
8.1. Exame botânico de folhas de coca
8.2. Exames de química de via úmida
8.2.1. Teste de Mayer
8.2.2. Reações colorimétrica - Tiocianato de cobalto
8.2.3. Tiocianato de cobalto 0,5%
8.2.4. Reativo de Scott
8.2.5. Análise de excipientes/adulterantes
8.3. CCD (Cromatografia em Camada Delgada)
8.4. Métodos de imunocromatografia
8.5. Métodos físicos - Análise instrumental
8.5.1. CG-EM (Cromatografia a Gás acoplada à Espectrometria de Massas)
8.5.2. CLAE (Cromatografia Líquida de Alta Eficiência)
8.5.3. Espectrometria no infravermelho (IV)
8.6. Preparo de reagentes
Referências Bibliográficas

Quinta Parte - Drogas perturbadoras do sistema nervoso central

Capítulo 17 - Maconha
MARCOS PASSAGLI - PABLO ALVES MARINHO
1. Introdução - Histórico
2. Fitocanabinoides
2.1. Efeitos terapêuticos dos canabinoides
3. Padrão de Uso
3.1. Consumo da maconha no Brasil
3.2. Formas de administração
4. Toxicocinética
5. Toxicodinâmica
6. Efeitos Tóxicos
7. Legislação
8. Identificação botânica
9. Considerações sobres métodos analíticos - Análise toxicológica
10. Métodos Analíticos
10.1. Ensaios colorimétricos - Método 1
10.2. Ensaios colorimétricos - Método 2
10.3. Ensaios colorimétricos - Método 3
10.4. Método de Imunocromatografia
10.4.1. Cromatografia em camada delgada
10.4.2. Cromatografia líquida de alta eficiência
10.4.3. Cromatografia gasosa acoplada à espectrometria de massas

Capítulo 18 - Dietilamida do Ácido Lisérgico (LSD)
MARCOS PASSAGLI - PABLO ALVES MARINHO
1. Introdução - Histórico
2. Propriedades físico-químicas
3. Padrões de uso
4. Toxicocinética
5. Toxicodinâmica
6. Efeitos toxicológicos
7. Legislação
8. Método analíticos
8.1. Ensaio colorimétrico
8.2. Cromatografia em camada delgada
8.3. Cromatografia líquida de alta eficiência
8.4. Cromatografia gasosa acoplada à espectrometria de massas
Referências Bibliográficas

Sexta Parte - Novas substâncias psicoativas

Capítulo 19 - Drogas sintéticas
MARCOS PASSAGLI - PABLO ALVES
1. Introdução - Histórico
2. Anestésicos dissociativos
2.1. Fenciclidina
2.2. Ketamina
3. GHB
4. Derivados da piperazina
5. Canabinoides sintéticos
6. Derivados das fenetilaminas
7. Catinonas sintéticas
8. Métodos analíticos
8.1. Fenciclidina (PCP)
8.1.1. Reação colorimétrica
8.1.2. Cromatografia em camada delgada
8.2. Ketamina
8.3. GHB
8.3.1. Reação colorimétrica
8.3.2. Cromatografia gasosa acoplada à espectrometria de massas
8.4. Derivados da piperazina
8.4.1. Reação colorimétrica
8.4.2. Cromatografia em camada delgada
8.4.3. Cromatografia gasosa acoplada à espectrometria de massas
8.5. Canabinoides sintéticos
8.5.1. Cromatografia gasosa acoplada à espectrometria de massas
8.6. Derivados das fenetilaminas
8.7. Catinonas sintéticas
8.7.1. Reações colorimétricas
8.7.2. Cromatografia gasosa acoplada à espectrometria de massas
Referências Bibliográficas

Sétima Parte - Toxicologia aplicada na dopagem e na biologia

Capítulo 20 - Controle de dopagem
MARCOS PASSAGLI - PABLO ALVES MARINHO
1. Introdução
2. Histórico
3. Esteroides androgênicos anabolizantes
4. Toxicocinética e toxicodinâmica
5. Padrões de uso
6. Efeitos tóxicos dos EAA
7. Legislação
8. Outros agentes de dopagem
9. Dopagem genética
10. Suplementos alimentares
11. Métodos analíticos
11.1. Reação colorimétrica
11.2. Cromatografia em camada delgada
11.3. Cromatografia gasosa acoplada à espectrometrida de massas
12. Análises toxicológicas em matrizes biológicas

Capítulo 21 - Entomotoxicologia
MARCOS PASSAGLI - PABLO ALVES MARINHO
1. Introdução
2. Aplicação da toxicologia na entomologia
3. Preparo das amostras
4. Estudo de casos de interesse forense
Referências Bibliográficas

Oitava Parte - Toxicologia aplicada na Medicina Legal

Capítulo 22 - Análises toxicológicas em matrizes biológicas
MARCOS PASSAGLI - MARCO ANTONIO RIBEIRO PAIVA - VALTER MIGUEL DA SILVA - MARCUS L. DE OLIVEIRA PENIDO - SILBERTO MARQUES DE ASSIS AZEVEDO
1. Introdução
2. Aspectos pré-analíticos
2.1. Requisição dos exames
2.2. Identificação da amostra
3. Orientações gerais
4. Orientações específicas por tipo de amostra
4.1. Coleta de sangue
4.2. Coleta de urina
4.3. Coleta de estômago e conteúdo gástrico
4.4. Coleta de fragmentos de fígado
4.5. Coleta de humor vítreo
4.6. Coleta de cabelo
5. Sugestão de um padrão de coleta das amostras
6. Estabilidade dos analitos nas amostras
7. Aspectos a serem considerados na fase analítica
7.1. Análise Toxicológica Sistemática (ATS)
7.2. Importância da disponibilidade de informações sobre os casos
7.3. Considerações fisiológicas na etapa analítica
8. Técnicas analíticas comumente empregadas
8.1. Técnicas de preparo das amostras
8.1.1. Desproteinização de amostras
8.1.2. Extração Líquido-Líquido (ELL)
8.1.3. Extração em Fase Sólida (SPE)
8.1.4. Análise de sangue seco em papel de filtro (DBS)
8.1.5. Outras técnicas de preparo de amostras
8.2. Análise Organoléptica
8.3. Testes de cor
8.3.1. Fita de guignard para detecção de cianeto em conteúdo gástrico
8.3.2. Teste de Kopannyi-Zwikker modificado para pesquisa de barbitúricos e fenitoína
8.3.3. Teste com cloreto férrico para pesquisa de fármacos diversos
8.3.4. Teste com Iodo Bismutato Acético (IBA) para pesquisa de substâncias aminadas
8.3.5. Teste de Mandelain para pesquisa de fármacos diversos
8.3.6. Teste Colorimétrico qualitativo e semiquantitativo para pesquisa de organofosforados (Adaptado de NAMERA et al., 2000)
8.4. Cromatografia em Camada Delgada (CCD)
8.5. Espectrofotometria UV visível
8.6. Imunoensaios
8.7. Cromatografia gasosa
8.7.1. Headspace
8.8. Cromatografia líquida
8.9. Pesquisa toxicológica em amostras de cabelo
9. Interpretação dos exames toxicológicos
9.1. Aspectos fisiológicos de relevância toxicológica
9.1.1. Cinética das substâncias no organismo
9.1.2. Valores de referência: níveis terapêuticos, níveis tóxicos e níveis letais
9.1.3. Tolerância
9.1.4. Níveis sanguíneos, séricos e plasmáticos
91.5. Acumulação nos tecidos
9.2. Aspectos post mortem de relevância toxicológica
9.2.1. Putrefação e conservação de cadáveres
9.2.2. Autólise, difusão post mortem e redistribuição post mortem
9.3. Resultados qualitativos versus resultados quantitativos
9.3.1. Resultados qualitativos
9.3.2. Resultados quantitativos
9.4. Considerações por tipo de amostra
9.4.1. Sangue
9.4.2. Fígado
9.4.3. Urina
9.4.4. Estômago e conteúdo gástrico
9.4.5. Humor vítreo
9.4.6. Fios de Cabelo
10. Considerações finais
Referências Bibliográficas

Nona Parte - Toxicologia dos praguicidas, gases e metais tóxicos

Capítulo 23 - Praguicidas
MARCOS PASSAGLI - MÁRIO O. GUEDES
1. Introdução - Histórico
2. Agrotóxicos ou defensivos agrícolas
3. Classificação quanto à origem e à finalidade
4. Legislação
5. Toxicologia dos principais praguicidas
5.1. Praguicidas Organoclorados
5.1.1. Propriedades físico-químicas
5.1.2. Persistência e degradação
5.1.3. Toxicocinética
5.1.4. Toxicodinâmica
5.1.5. Legislação
6. Praguicidas Organofosforados
6.1. Estruturas químicas e propriedades
6.2. Toxicocinética
6.3. Toxicodinâmica
6.4. Sintomas da intoxicação
6.5. Diagnóstico
6.6. Legislação
6.7. Praguicidas Carbamatos
6.7.1. Introdução
6.7.2. Estruturas químicas e propriedades
6.7.3. Toxicocinética
6.7.4. Toxicodinâmica
6.7.5. Sintomas da Intoxicação
6.7.6. Legislação
7. Praguicidas Piretroídes
7.1. Introdução
7.2. Estrutura química e propriedades
7.3. Toxicocinética
7.4. Toxicodinâmica
7.5. Legislação
8. Rodenticidas Cumarínicos
8.1. Introdução
8.2. Classificação dos rodenticidas
8.3. Estruturas químicas e propriedades
8.4. Toxicocinética
8.5. Toxicodinâmica
8.6. Legislação
9. Estricnina
9.1. Introdução
9.2. Estrutura química e propriedades
9.3. Toxicocinética
9.4. Toxicodinâmica
9.5. Diagnóstico
9.6. Legislação
10. Fluoracetato de Sódio
10.1. Introdução
10.2. Estrutura e características químicas
10.3. Toxicocinética
10.4. Toxicodinâmica
10.5. Diagnóstico
10.6. Legislação
11. Métodos analíticos para a identificação de praguicidas
11.1. Métodos analíticos - Organoclorados
11.1.1. CG-EM (Cromatografia Gasosa acoplada à Espectrometria de Massas
11.2. Métodos analíticos organofosforados
11.2.1. Extração
11.2.2. CCD (Cromatografia em Camada Delgada)
11.2.3. CG-EM (Cromatografia Gasosa acoplada à Espectrometria de Massas)
11.3. Identificação de Carbamatos
11.3.1. CG-EM (Cromatografia Gasosa acoplada à Espectrometria de Massas)
11.3.2. CLAE (Cromatografia Líquida de Alta Eficiência)
11.4. Métodos analíticos - Piretroídes
11.4.1. Identificação por Cromatografia em Camada Delgada
11.5. Métodos analíticos - Rodenticidas
11.5.1. Procedimentos: CLAE (Cromatografia de Alta Eficiência)
11.5.2. Procedimentos: LC-EM (Cromatografia de Alta Eficiência e Espectrometria de Massa)
11.6. Método analítico - Estricnina
11.6.1. Método Colorimétrico
11.6.2. CCD (Cromatografia de Camada Delgada)
11.6.3. CG-EM (Cromatografia Gasosa/Espectrometria de Massas)
11.7. Método analítico - Fluoroacetato
11.7.1. CG-EM (Cromatografia Gasosa e Espectrometria de Massa)
11.7.2. Técnica de Derivatização
11.7.3. Análise do Derivado

Capítulo 24 - Gases Tóxicos
MARCOS PASSAGLI - WASHINGTON X. DE PAULA
1. Introdução - Toxicologia dos gases
1.1. Classificação dos gases tóxicos
1.1.1. Gases irritantes
1.1.2. Gases asfixiantes
1.1.3. Gases anestésicos
1.1.4. Gases lacrimogêneos
2. Asfixias químicas
2.1. Introdução
2.2. Produção da fumaça
2.3. Constituição da fumaça
2.4. Absorção pelo trato pulmonar
2.5. Limite de concentração de oxigênio
2.6. Gases tóxicos de efeito local
2.7. Gases tóxicos de efeito sistêmico
3. Estudo de Gases Tóxicos
3.1. Monóxido de Carbono (CO)
3.1.1. Propriedades químicas e ocorrência
3.1.2. Ação tóxica
3.1.3. Dose tóxica
3.1.4. Sintomas da intoxicação
3.1.5. Métodos analíticos
3.2. Dióxido de Carbono (CO2)
3.2.1. Propriedades químicas e ocorrência
3.2.2. Ação tóxica
3.2.3. Métodos analíticos
3.3. Dióxido de Nitrogênio (NO2)
3.3.1. Propriedades químicas e ocorrência
3.3.2. Ação tóxica e sintomas
3.3.3. Métodos analíticos
3.4. Metano (CH4)
3.4.1. Propriedades químicas e ocorrência
3.4.2. Ação tóxica e sintomas
3.4.4. Métodos analíticos
3.5. Sulfeto de Hidrogênio (H2S)
3.5.1. Propriedades químicas e ocorrência
3.5.2. Ação tóxica e sintomas
3.5.3. Métodos analíticos
3.5.4. Via úmida
3.5.5. Outras técnicas
3.6. Dióxido de Enxofre - Anidrido Sulfuroso (SO2)
3.6.1. Propriedades químicas e ocorrência
3.6.2. Ação tóxica e sintomas
3.6.3. Métodos analíticos
3.6.4. Via úmida
3.6.5. Outras técnicas
3.7. Ácido Cianídrico - Cianetos
3.7.1. Propriedades químicas e ocorrência
3.7.2. Ação tóxica
3.7.3. Doses tóxicas
3.7.4. Sintomas da intoxicação
3.7.5. Métodos analíticos
3.7.6. Via úmida
3.7.7. Outras técnicas
3.8. Gás Lacrimogêneo
3.8.1. Introdução
3.8.2. Agente CN (1-cloroacetofenona)
3.8.3. Agente CS (orto-clorobenzilmalonitrila)
3.8.4. Gás OC (8-metil-N-vanilil-6-nonenamida)

Capítulo 25 - Tóxicos Metálicos
MARCOS PASSAGLI - WASHINGTON X. DE PAULA
1. Introdução
2. Principais metais tóxicos
2.1. Arsênio (As)
2.1.1. Propriedades químicas e ocorrência
2.1.2. Ação tóxica
2.1.3. Métodos analíticos
2.1.4. Via úmida
2.1.5. Outras técnicas
2.2. Chumbo (Pb)
2.2.1. Propriedades químicas e Oocorrência
2.2.2. Ação tóxica
2.2.3. Métodos analíticos
2.2.4. Via úmida
2.2.5. Outras técnicas
2.3. Cádmio (Cd)
2.3.1. Propriedades químicas e ocorrência
2.3.2. Ação tóxica
2.3.3. Métodos analíticos
2.3.4. Via úmida
2.3.5. Outras técnicas
2.4. Mercúrio (Hg)
2.4.1. Propriedades químicas e ocorrência
2.4.2. Ação tóxica
2.4.3. Métodos analíticos
2.4.4. Via úmida
2.4.5. Outras técnicas
2.5. Alumínio (Al)
2.5.1. Propriedades químicas e Oocorrência
2.5.2. Ação tóxica
2.5.3. Métodos analíticos
2.5.4. Via úmida
2.5.5. Outras técnicas
2.6. Cromo (Cr)
2.6.1. Propriedades químicas e ocorrência
2.6.2. Ação tóxica
2.6.3. Métodos analíticos
2.6.4. Via úmida
2.6.5. Outras técnicas
2.7. Manganês (Mn)
2.7.1. Propriedades químicas e ocorrência
2.7.2. Ação tóxica
2.7.3. Métodos analíticos
2.7.4. Via úmida
2.7.5. Outras técnicas
Referências Bibliográficas

Décima Parte - Métodos analíticos

Capítulo 26 - Cromatografia e espectrometria de massas
MARCOS PASSAGLI - PABLO ALVES MARINHO - ROGÉRIO ARAUJO LORDEIRO
1. Introdução
2. Conceito - Cromatografia
2.1. Classificação pela forma física do sistema
2.2. Classificação pela fase móvel
2.3. Classificação pela fase estacionária
2.4. Classificação pelo modo de separação
3. Cromatografia planar
4. Cromatografia em coluna
5. Cromatografia e espectrometria de massas
6. Cromatografia gasosa
7. Cromatografia Líquida de Alta Eficiência (CLAE)
8. Espectrometria de massas
8.1. Fundamentos e definições
8.2. Sistema de introdução da amostra
8.3. Sistema de ionização
8.4. Ionização por elétrons
8.5. Ionização química
8.6. Ionização por electrospray
8.7. Ionização química à pressão atmosférica
8.8. Ionização de dessorção por electrospray
8.9. Analisador de massas
8.10. Analisadores por setor magnético
8.11. Analisadores por tempo de vôo
8.12. Analisadores por radiofrequência
9. Sistema de detecção de massas
10. Aplicações forenses da espectrometria de massas
10.1. Análise direta de superfícies
11. Análise de pesticidas e drogas por CLAE-EM

Capítulo 27 - Validação de métodos químicos
MARCOS PASSAGLI - PABLO ALVES MARINHO - ROGÉRIO ARAÚJO LORDEIRO
1. Introdução - Histórico
2. Parâmetros analíticos de validação
2.1. Linearidade e faixa linear
2.2. Sensibilidade
2.3. Efeito matriz e seletividade
2.3.1. Efeito matriz
2.3.2. Seletividade
2.4. Limite de detecção
2.5. Limite de quantificação
2.6. Exatidão
2.7. Recuperação
2.8. Precisão
2.8.1. Repetitividade
2.8.2. Precisão intermediária
2.9. Robustez
2.10. Estudo da estabilidade
3. Conclusão

Referências Bibliográfica


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